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O Martingale funciona melhor no bacará?
Não. A vantagem da casa menor do bacará faz qualquer sistema perder menos por ficha que na roleta, mas o Martingale quebra do mesmo jeito, e com a comissão de 5% uma vitória da banca não chega a recuperar totalmente uma perda dobrada.
Com os mesmos dados, o Martingale quebrou em 33,9% das vezes na banca do bacará e em 38,5% no vermelho numa roleta de um zero. Ele perdeu 0,61% e 2,71% de cada ficha apostada.
O Martingale em cada jogo, mesmos dados
| Jogo | Chegou à meta | Quebrou | Resultado médio | Perda por ficha apostada | Vantagem da casa |
|---|---|---|---|---|---|
| Bacará (banca) | 63,4% | 33,9% | −23,65 | 0,61% | 1,06% |
| Bacará (jogador) | 62,7% | 35,4% | −43,19 | 1,24% | 1,24% |
| Roleta europeia (vermelho) | 59,7% | 38,5% | −88,35 | 2,71% | 2,70% |
| Roleta americana (vermelho) | 54,3% | 44,5% | −174,03 | 5,22% | 5,26% |
10.000 sessões de até 250 apostas, com uma banca de 1.000 fichas, aposta base de 10 e máximo da mesa de 1.000, parando ao ficar 500 fichas acima. Semente “cgs”: o link acima repete exatamente estas sessões.
Por quê
As apostas na banca e no jogador custam menos que o vermelho na roleta, então qualquer sistema perde um pouco menos por ficha apostada. As sequências de derrotas que quebram o Martingale são igualmente possíveis: o sistema não liga para qual jogo as produz. Na banca há um detalhe a mais: uma vitória paga 0,95 por 1, então a dobra que deveria recuperar as perdas mais uma unidade fica um pouco curta, e os empates pausam a progressão sem pagar nada.